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Belaa '
ツ Oie! Bem-vindos ao meu blog! Espero que vcs gostem dele! 'MuitoO Obrigada pela visita' Volte sempre! C= {By: Belaa ♪}

Arquivo: Setembro 2009

30/09/2009 GMT 1

You're not sorry - Taylor Swift

ysabela @ 22:23

You're Not Sorry

Você Não Está Arrependido

All this time I was wasting, hoping you, would come around Todo esse tempo que eu estava desperdiçando, esperando que você viesse
I've been giving out chances every time and all you do is let me down Eu estive dando chances todo o tempo, e tudo o que você fez é me deixar pra baixo
And its taking me this long baby but I figured you, out E me levou esse tempo baby, mas eu descobri
And you're thinking we'll be fine again, but not this time around E você acha que isso vai ficar bem de novo, mas não dessa vez
REFRÃO: Você não tem que ligar mais,
You don't have to call, anymore Eu não vou atender o telefone
I won't pick up the phone Essa é a última palha,
This is the last, straw Não quero me machucar mais
Don't wanna hurt anymore
And you can say that you're sorry E você pode dizer que você sente muito
But I don't believe you baby, Mas eu não acredito em você, baby
Like I did, before Como eu acreditava antes,
You're not sorry. Ohh no. No. No. Você não está arrependido
Ohh no, no, no
Looking so innocent, I might believe you if I didn't know Parecendo tão inocente, eu acreditaria em você se eu não te conhecesse
Could've loved you all my life if you hadn't left me waiting in the cold Poderia ter te amado por toda a minha vida, se você não tivesse me deixado esperando no frio
And you got your share of singers and I'm tired of being last to know E você teve seus segredos, e eu estou cansada de ser a última a saber
And now you're asking me to listen cause its worked each time, before E agora você está me pedindo para escutar, porque isso funcionou a cada vez, antes
REFRÃO: Mas você não tem que ligar mais,
But you don't have to call, anymore Eu não vou atender o telefone
I won't pick up the phone Essa é a última palha,
This is the last, straw Não quero me machucar mais
Don't wanna hurt anymore
And you can tell me that you're sorry E você pode me dizer que você sente muito
But I don't believe you baby, Mas eu não acredito em você baby
Like I did, before Como eu acreditava antes
You're not sorry. No, no. Oh. Você não está arrependido. No, no. Oh...
You're not sorry. No, no. Oh. Você não está arrependido. No, no. Oh...
You had me falling for you honey Você me teve rastejando por você, querido
And it never would've gone away, no E isso nunca teria ido embora, não
You used to shine so bright, But I watched all of it fade Você costumava brilhar tão forte, mas eu vi tudo isso se apagar
REFRÃO: Então, você não deve ligar mais,
So you don't have to call, anymore Eu não vou atender o telefone
I won't pick up the phone Essa é a última palha,
This is the last, straw Não há mais nada para implorar
There's nothing left to beg for
And you can say that you're sorry E você pode dizer que você sente muito
But I don't believe you baby, Mas eu não acredito em você baby
Like I did, before Como eu acreditava antes
You're not sorry. No, no. Oh. Você não está arrependido. No, no. Oh...
You're not sorry. No, no. Oh. Você não está arrependido. No, no. Oh...

18/09/2009 GMT 1

Magic - Selena Gomez

ysabela @ 23:11

♪ 

Oh, oh, oh
It's Magic, you know
Never believe it, it's not so
It's Magic, you know
Never believe it, it's not so

I never been awake
I never seen a day break
Leaning on my pillow in the morning
A lazy day in bed,
Music in my head,
And crazy music playing in the morning light

Oh, oh, oh
It's Magic, you know
Never believe it, it's not so
It's Magic, you know
Never believe it, it's not so

Aww

I love the sunny day
A dream of far away
Dreaming on my pillow in the morning
I never been awake
I never seen a day break
Leaning in my pillow in the morning light

Oh, oh, oh
It's Magic, you know
Never believe it, it's not so
It's Magic, you know
Never believe it, it's not so

Aww

Oh, oh, oh
It's Magic, you know
Never believe it, it's not so
It's Magic, you know
Never believe it, it's not so

Never believe...

10/09/2009 GMT 1

AMIGOS SÃO...

ysabela @ 14:21

" Amigos são anjos que nos levantam quando nossas asas se esquecem como voar...
São aquelas árvores grandiosas que nos dão sombra nos dias de calor...
São lenços que enxugam nossas lágrimas...
São Palavras verdadeiras que nem sempre nos causam risos...

São simplesmente AMIGOS!"

Clic

ysabela @ 13:39


Cidadão se descuidou e roubaram seu celular. Como era um executivo e não sabia mais viver sem celular, ficou furioso. Deu parte do roubo, depois teve uma idéia. Ligou para o número do telefone. Atendeu uma mulher.

— Aloa.

— Quem fala?

— Com quem quer falar?

— O dono desse telefone.

— Ele não pode atender.

— Quer chamá-lo, por favor?

— Ele esta no banheiro. Eu posso anotar o recado?

— Bate na porta e chama esse vagabundo agora.

Clic. A mulher desligou. O cidadão controlou-se. Ligou de novo.

— Aloa.

— Escute. Desculpe o jeito que eu falei antes. Eu preciso falar com ele, viu? É urgente.

— Ele já vai sair do banheiro.

— Você é a...

— Uma amiga.

— Como é seu nome?

— Quem quer saber?

O cidadão inventou um nome.

— Taborda. (Por que Taborda, meu Deus?) Sou primo dele.

— Primo do Amleto?

Amleto. O safado já tinha um nome.

— É. De Quaraí.

— Eu não sabia que o Amleto tinha um primo de Quaraí.

— Pois é.

— Carol.

— Hein?

— Meu nome. É Carol.

— Ah. Vocês são...

— Não, não. Nos conhecemos há pouco.

— Escute Carol. Eu trouxe uma encomenda para o Amleto. De Quaraí. Uma pessegada, mas não me lembro do endereço.

— Eu também não sei o endereço dele.

— Mas vocês...

— Nós estamos num motel. Este telefone é celular.

— Ah.

— Vem cá. Como você sabia o número do telefone dele? Ele recém-comprou.

— Ele disse que comprou?

— Por que?

O cidadão não se conteve.

— Porque ele não comprou, não. Ele roubou. Está entendendo? Roubou. De mim!

— Não acredito.

— Ah, não acredita? Então pergunta pra ele. Bate na porta do banheiro e pergunta.

— O Amleto não roubaria um telefone do próprio primo.

E Carol desligou de novo.

O cidadão deixou passar um tempo, enquanto se recuperava. Depois ligou.

— Aloa.

— Carol, é o Tobias.

— Quem?

— O Taborda. Por favor, chame o Amleto.

— Ele continua no banheiro.

— Em que motel vocês estão?

— Por que?

— Carol, você parece ser uma boa moça. Eu sei que você gosta do Amleto...

— Recém nos conhecemos.

— Mas você simpatizou. Estou certo? Você não quer acreditar que ele seja um ladrão. Mas ele é, Carol. Enfrente a realidade. O Amleto pode Ter muitas qualidades, sei lá. Há quanto tempo vocês saem juntos?

— Esta é a primeira vez.

— Vocês nunca tinham se visto antes?

— Já, já. Mas, assim, só conversa.

— E você nem sabe o endereço dele, Carol. Na verdade você não sabe nada sobre ele. Não sabia que ele é de Quaraí.

— Pensei que fosse goiano.

— Ai esta, Carol. Isso diz tudo. Um cara que se faz passar por goiano...

— Não, não. Eu é que pensei.

— Carol, ele ainda está no banheiro?

— Está.

— Então sai daí, Carol. Pegue as suas coisas e saia. Esse negocio pode acabar mal. Você pode ser envolvida. — Saia daí enquanto é tempo, Carol!

— Mas...

— Eu sei. Você não precisa dizer. Eu sei. Você não quer acabar a amizade. Vocês se dão bem, ele é muito legal. Mas ele é um ladrão, Carol. Um bandido. Quem rouba celular é capaz de tudo. Sua vida corre perigo.

— Ele esta saindo do banheiro.

— Corra, Carol! Leve o telefone e corra! Daqui a pouco eu ligo para saber onde você está.

Clic.

Dez minutos depois, o cidadão liga de novo.

— Aloa.

— Carol, onde você está?

— O Amleto está aqui do meu lado e pediu para lhe dizer uma coisa.

— Carol, eu...

— Nós conversamos e ele quer pedir desculpas a você. Diz que vai devolver o telefone, que foi só brincadeira. Jurou que não vai fazer mais isso.

O cidadão engoliu a raiva. Depois de alguns segundos falou:

— Como ele vai devolver o telefone?

— Domingo, no almoço da tia Eloá. Diz que encontra você lá.

— Carol, não...

Mas Carol já tinha desligado.

O cidadão precisou de mais cinco minutos para se recompor. Depois ligou outra vez.

—Aloa.

Pelo ruído o cidadão deduziu que ela estava dentro de um carro em movimento.

— Carol, é o Torquatro.

— Quem?

— Não interessa! Escute aqui. Você está sendo cúmplice de um crime. Esse telefone que você tem na mão, esta me entendendo? Esse telefone que agora tem suas impressões digitais. É meu! Esse salafrário roubou meu celular!

— Mas ele disse que vai devolver na...

— Não existe Tia Eloá nenhuma! Eu não sou primo dele. Nem conheço esse cafajeste. Ele esta mentindo para você, Carol.

— Então você também mentiu!

— Carol...

Clic.

Cinco minutos depois, quando o cidadão se ergueu do chão, onde estivera mordendo o carpete, e ligou de novo, ouviu um "Alô" de homem.

— Amleto?

— Primo! Muito bem. Você conseguiu, viu? A Carol acaba de descer do carro.

— Olha aqui, seu...

— Você já tinha liquidado com o nosso programa no motel, o maior clima e você estragou, e agora acabou com tudo. Ela está desiludida com todos os homens, para sempre. Mandou parar o carro e desceu. Em plena Cavalhada. Parabéns primo. Você venceu. Quer saber como ela era?

— Só quero meu telefone.

— Morena clara. Olhos verdes. Não resistiu ao meu celular. Se não fosse o celular, ela não teria topado o programa. E se não fosse o celular, nós ainda estaríamos no motel. Como é que chama isso mesmo? Ironia do destino?

— Quero meu celular de volta!

— Certo, certo. Seu celular. Você tem que fechar negócios, impressionar clientes, enganar trouxas. Só o que eu queria era a Carol...

— Ladrão

— Executivo

— Devolve meu...

Clic.

Cinco minutos mais tarde. Cidadão liga de novo. Telefone toca várias vezes. Atende uma voz diferente.

— Ahn?

— Quem fala?

— É o Trola.

— Como você conseguiu esse telefone?

— Sei lá. Alguém jogou pela janela de um carro. Quase me acertou.

— Onde você está?

— Como eu estou? Bem, bem. Catando meus papéis, sabe como é. Mas eu já fui de circo. É. Capitão Trovar. Andei até pelo Paraguai.

— Não quero saber de sua vida. Estou pagando uma recompensa por este telefone. Me diga onde você está que eu vou buscar.

— Bem. Fora a Dalvinha, tudo bem. Sabe como é mulher. Quando nos vê por baixo, aproveita. Ontem mesmo...

— Onde você está? Eu quero saber onde!

— Aqui mesmo, embaixo do viaduto. De noitinha. Ela chegou com o índio e o Marvão, os três com a cara cheia, e...

 >> Luíz Fernando Veríssimo

08/09/2009 GMT 1

Há quem passe pela vida...

ysabela @ 22:17
Obs.:Para ler melhor selecione o texto com o mouse! 
Há quem passe e deixe só cicatrizes,
Há quem passe semeando flores.
Há quem passe banhando-nos em lágrimas,
Há quem passe disposto a secá-las.
Há quem passe torcendo por nossa vitória,
Há quem passe aplaudindo nossos fracassos.
Há quem passe ajudando-nos a levantar,
Há quem passe fazendo-nos cair.
Há quem passe como sombra,
Há quem passe como luz.
Há quem passe como pedra no caminho,
Há quem passe como pedra de construção.
Há quem para todo todo deslize veja uma falha
irreparável,
Há quem nos ofereça o perdão.
Há quem ignore nossos erros,
Há quem nos ajude a corrigir.
Há quem passe rápido, veloz, despercebido,
Há quem deixe marcas profundas.
Há quem simplesmente passe,
Há quem fique para sempre no coração.
Há quem passe pela vida,
Mas, há quem não deixe a vida passar
Sem um gesto de carinho,
Sem o AMOR ofertar!
>> Regina Célia Suppi

05/09/2009 GMT 1

Soneto da Separação

ysabela @ 22:52

(Vinícius de Moraes)

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente

As sem-razões do amor

ysabela @ 22:52

Eu te amo porque te amo;
Não precisas ser amante,
E nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
E com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
É semeado no vento,
Na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
E a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
Bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
Não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
Feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
E da morte vencedor,
Por mais que o matem (e matam)
A cada instante de amor.

As sem-razões do amor
(Carlos Drummond de Andrade)

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